volume I - 2007
número 1

   En Parménides, tertium non datur [original] [traduzido]
Nestor Cordero

   Parménides contra Parménides
[apêndice] [índice]
José Trindade Santos

   O homem no poema de Parmênides
Emmanuel Carneiro Leão

   A Odisséia de Parmênides
Fernando Muniz

   Parmênides trágico
Luis Felipe Bellintani Ribeiro

   Parmênides e a matemática
Gérard Émile Grimberg

   O diálogo Sofista à sombra de Parmênides
Carla Francalanci

   Entre pensar e ser, Heidegger e Parmênides
Fernando Pessoa

   A necessidade do dizer
Gisele Amaral

   O sentido histórico-filosófico do Poema de Parmênides
Alexandre Costa

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homenagem

Este volume é dedicado ao Emérito Professor Nestor Cordero, na comemoração de seus 70 anos, em grande parte ocupados com a vitalidade do Poema de Parmênides

Este volume, em dois números, apresenta artigos apresentados no I Simpósio Internacional OUSIA de Estudos Clássicos: O Poema de Parmênides, realizado no Rio de Janeiro em 2006. O simpósio foi uma realização dos laboratórios OUSIA (filosofia) e PROAERA (letras clássicas) da UFRJ

 
número 2

   Verdade e Erro no poema de Parmênides
Giovanni Casertano

   Duas fases parmenídeas ao longo da via para a Verdade: elenkhos e ananke
Chiara Robbiano

   Algumas questões controversas na interpretação de Parmênides [traduzido]
[original]
Charles H Kahn

   A descida de Parmênides: anotações geofilosóficas às margens do prólogo
Gabriele Cornelli

   O atomismo antigo e o legado de Parmênides
Markus Figueira

   Plotino exegeta de Platão e Parmênides
Marcus Reis Pinheiro

   Os nomes dos deuses
Fernando Santoro

   O frag. 4 de Parmênides
Marcelo Pimenta Marques

   O Poema de Parmênides e a viagem iniciática
Izabela Bocayuva

Veja mais artigos

notas breves

   Tabela de valores funcionais do verbo eimi no Poema de Parmênides
Fernando Santoro

   Índice da recepção dispensada a Parmênides na Antiguidade
José Trindade Santos

Veja mais notas

 

Tradução: Poema de Parmênides

Edição crítica, tradução e comentários por
Fernando Santoro

Éguas que me levam, a quanto lhes alcança o ímpeto, caval-
gavam, quando numes levaram-me a adentrar uma via loquaz,
que de toda parte conduz o iluminado ; por ela
era levado; pois por ela, mui hábeis éguas me levavam
puxando o carro, mas eram moças que dirigiam o caminho.
O eixo, porém, nos meões, impelia um toque de flauta
incandescendo (pois, de ambos os lados, duas rodas
giravam comprimindo-os) porquanto as Filhas do Sol
fustigassem a prosseguir e abandonar os domínios da Noite,
para a Luz, arrancando da cabeça, com as mãos, os véus.
Lá ficam as portas dos caminhos da Noite e do Dia,
pórtico e umbral de pedra as mantém de ambos os lados,
mas, em grandiosos batentes, moldam-se elas, etéreas,
cujas chaves alternantes quem possui é Justiça rigorosa.

 

 
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