PROCEEDINGS OF CLASSICAL PHILOSOPHY
ISSN 1982-5323

Volume V - 2011

number 9

   Art et éducation Morale chez Platon
Pierre Destrée

   Princípios da natureza na Física A, de Aristóteles : pré-socráticos, Platão
José Gabriel Trindade Santos

   Heraclitus latinus
Lucia Saudelli

   Ser, dizer e pensar no Livro IV da Metafísica de Aristóteles
Francisco de Moraes

   The Pray of the Children : saving the phaenomena
Laura Candiotto

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NUMBER 10. 2011 vol. V
NUMBER 9. 2011 vol. V
NUMBER 8. 2010 vol. IV
NUMBER 7. 2010 vol. IV
NUMBER 6. 2009 vol. III
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NUMBER 2. 2007 vol. I
NUMBER 1. 2007 vol. I

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number 10

   As quatro causas na filosofia da natureza de Aristóteles
Lucas Angioni

   A mãe dos deuses também era estrangeira
Carlos Lemos

   A caverna platônica e o teatro da cidade : o mito do livro VII da República entre Bacantes, Rãs, Antígona e Paz
Massimo Stella

   Dramaturgia cômica : razões platônicas para apreciar Aristófanes
Luísa Severo Buarque de Holanda

   Platão e seu diálogo com a comédia
Antônio Queirós

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   Marsilio Ficino : Comentário sobre o Banquete de Platão - segundo discurso - Pausânias
Andrea Maria Mello e Luziane Perrini

 

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Tradução: Marsilio Ficino
Comentário ao Banquete de Platão : segundo discurso - Pausânias

Tradução por
Andrea Maria Mello (UFRJ) e Luziane Perrini

 

Capítulo I – Deus é Bondade, Beleza, Justiça. Principio, Meio e Fim.

Os Pitagóricos faziam do número três a medida de todas as coisas. A razão disto, eu penso, que Deus governa tudo por este número três e que as coisas mesmas acham igualmente neste número sua perfeição. Daí a palavra de Virgilio: “A divindade se regozija do número impar”. De fato, o criador por excelência criou primeiro todas as coisas, depois as atrai a ele e em terceiro lugar, as perfecciona. Cada uma delas, por consequência, descende primeiro desta fonte eterna em nascimento, depois remonta em direção dela, voltando a sua origem e enfim acha sua perfeição, desde que ela reencontrou seu principio. É o que nos revela Orpheu, quando ele chama Júpiter princípio, meio e fim do universo. Principio enquanto ele produz; meio enquanto traz a ele este que produziu; fim, enquanto perfecciona este que retorna a ele. Assim nós podemos, como faz frequentemente Platão, nomear este rei do universo, bom, belo e justo. Bom, quando ele cria, belo, quando ele atrai, justo, quando ele perfecciona cada coisa segundo seu mérito. Assim a Beleza, cuja característica própria é de atrair, situa-se entre a Bondade e a Justiça pois que ela deriva da Bondade e tende a Justiça.

 

 
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