Volume VI - 2012
numéro 11

   Apollon et la PHREN HIERE KAI ATHESPHATOS (Empédocle frg.134 DK)
Jean-Claude Picot

   Empédocle B6 DK : remarque sur les deux lignées de Diels
Gérard Journée

   Uma questão de saber humano: thymos e nóos em Parmênides e Empédocles
Cristiane A. de Azevedo

   Qui sont les destinataires du fragment B 3 d'Empédocle ?
Xavier Gheerbrant

   Mito e filosofia em Empédocles: a redenção pelo saber
Alexandre Costa

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editorial

Homenagem a Jean Bollack (1923-2012)

Este volume, números 11 e 12 de 2012, é uma homenagem ao filólogo e filósofo Jean Bollack, mestre da Escola Filológica de Lille, cujos rigor, lucidez e inventividade interpretativa determinaram uma revolução no estudo da filosofia pré-socrática; notadamente da obra de Empédocles.

Publicamos textos sobre Empédocles, apresentados no seminário Empédocles e o Teatro, realizado na École Normale Supérieure de Paris, em 2011, no âmbito do acordo de cooperação científica Capes/Cofecub : "As Origens da Linguagem Filosófica : estratégias retóricas e poéticas da sabedoria antiga", e outros textos sobre o tema submetidos à revista.

Nova tradução de artigos de Nestor Cordero disponível no número 1

numéro 12

   Jean Bollack e Empédocles: uma história de philotés (português)
Rossella Saetta Cottone (francês)

   La respirazione empedoclea
Giovanna Ambrosano

   Empédocles, Aristóteles e os elementos
Fernando Santoro

   Empedocles latinus: citations et traductions latines de fragments empédocléens
Béatrice Bakhouche

   A filosofia como tradição e a "presença" de Empédocles no Banquete
Izabela Bocayuva

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traduções

   Traduções de Empédocles I
Trad. Fernando Santoro (UFRJ), Jean-Claude Picot (Léon Robin) e Xavier Gheerbrant (U. de Lille III).Veja mais traduções

 

Tradução: Empédocles
Fragmentos e Testemunhos (Parte I)

Traduções por
Fernando Santoro (UFRJ), Jean-Claude Picot (Léon Robin) e Xavier Gheerbrant (U. de Lille III)

Mas deuses, desviai a loucura de minha língua, e de bocas sagradas fazei confluir uma fonte pura, e a ti, Musa atraente, virgem de braços cândidos, rogo, do que é justo aos efêmeros ouvir, enviares por Piedade o carro de rédeas dóceis. Não te force, porém, a colher flores de gloriosa fama junto aos mortais, pelas quais um dizer todo sagrado ousasse; quando alcança, sobre os cimos, a sabedoria. Pois bem, observa tudo na palma da mão, para esclarecer cada coisa, não confia em alguma vista mais do que o que se escuta nem no que ressoa ao ouvido mais do que esclarece a língua, nem cada um dos outros membros por onde passa o pensar te prenda a fé, mas pensa em como esclarecer cada coisa.

 
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